MÚSICA EM ABRIL - METROPOLITANA

MÚSICA EM ABRIL
 

ATELIÊ INSTRUMENTAL PARA PAIS E FILHOS

ORQUESTRA ACADÉMICA METROPOLITANA

AS FÁBULAS DE LÁ FONTAINE

 

ATELIÊ INSTRUMENTAL PARA PAIS E FILHOS

11h30, Foyer
 
Coordenação Susana Henriques

Professores e alunos do Conservatório de Música da Metropolitana

Convidados Alunos e Professores da Escola de Música da Sociedade Filarmónica de Alvorninha – Caldas da Rainha

Pensado para uma sensibilização alargada, vivida e ilustrada à música e aos seus instrumentos, este Ateliê permite a descoberta de sonoridades talvez insuspeitadas dos diversos naipes habitualmente presentes numa orquestra. Qual a diferença entre um som grave e um som agudo? O que é a dinâmica? Quais os diferentes naipes de uma orquestra? Qual é o timbre específico de cada instrumento? A resposta a estas questões é dada pelos professores e alunos do Conservatório de Música da Metropolitana e da Escola de Música da Sociedade Filarmónica de Alvorninha – Caldas da Rainha, neste ateliê repleto de descoberta. Os participantes têm a oportunidade de ver bem de perto o instrumento, experimentá-lo, ouvir as suas diferentes possibilidades sonoras e expressivas, perceber a sua construção e a sua manipulação, assim como as suas exigências físicas. Uma abordagem teórica e prática adequada às respetivas necessidades pedagógicas e limites etários.

 

ORQUESTRA ACADÉMICA METROPOLITANA

15h00 – Grande Auditório
 
C. Franck Sinfonia em Ré Menor, FWV 48

Direção Musical: Jean-Marc Burfin e/ou Alunos do Curso de Direção de Orquestra da ANSO

 

"AS FÁBULAS DE LA FONTAINE" - ORQUESTRA JUVENIL METROPOLITANA

16h30, Grande Auditório CCC

Música original de Lino Guerreiro inspirada nas Fábulas de La Fontaine
«A Raposa e as Uvas», «O Leão e o Mosquito», «O Velho o Rapaz e o Burro», «A Lebre e a Tartaruga», «A Raposa e a Cegonha», «O Lobo e o Cordeiro», «O Corvo e a Raposa», «A Doninha na Dispensa» e «A Cigarra e a Formiga».
 
Maestro Élio Leal | Narração Susana Henriques | Tradução e adaptação dos textos António Mega Ferreira
 
Solistas
Sofia Cosme Flauta Transversal
Hugo Azenha Clarinete
Carla Duarte Oboé
Rafaela Oliveira Fagote
 
Convidados Alunos do Conservatório de Caldas da Rainha e Orquestra Clássica do Círculo de Cultura Musical Bombarralense
 
Sobre as qualidades e defeitos de todos nós, contam-se histórias de moral. Mas porque o Homem é um ser complicado, inventou-se a fábula, para ilustrar comportamentos que se revelam mais simples se forem protagonizados por personagens animais. Sejamos crianças ou crescidos, todos percebemos o falso desdém da raposa por debaixo de umas uvas deliciosas, as quais deseja, mas não alcança. Reconhecemos a imprudência da Doninha que se deixa apanhar gorda na dispensa da comida, quando sabia poder fugir se fosse capaz de vencer a gula. Quantas vezes lembramos a constância da tartaruga e o precavido zelo da formiga? São pequenas narrativas como estas que devemos a Esopo, ainda dos tempos da Grécia Antiga, e mais tarde a Jean de La Fontaine, que já no século XVII lhes destinou uma popularidade verdadeiramente universal. Ao seu encontro, o compositor Lino Guerreiro e os jovens músicos da Orquestra Juvenil Metropolitana deixaram-se inspirar por tão sábias alegorias. Juntamente com professores do Conservatório da Metropolitana e vários convidados, desafiam-nos para participar num concerto que irá despertar consciências, na genuína curiosidade de quem folheia um velho livro pela primeira vez.

 

Bilhete Geral: 7,50€
Bilhete Estudante | Sénior: 5€
Pack 2 concertos * : 10€

* 2 concertos à escolha dia 24 ou 25 Abril - Apenas disponível na Bilheteira CCC

ORQUESTRA ACADÉMICA METROPOLITANA
 
A OAM estreou-se em 1993, na sequência da criação da Academia Nacional Superior de Orquestra – uma instituição única no país, destinada a formar músicos profissionais nas áreas de Instrumento e Direção de Orquestra. Desde o seu início, a OAM é orientada por Jean-Marc Burfin, seu maestro titular. Constituída inicialmente por menos de trinta elementos, a OAM é hoje uma formação sinfónica englobando cerca de 70 músicos. Com uma temporada que se estende ao longo de cada ano letivo, a OAM mantém uma atividade regular de ensaios e concertos, apresentando-se não só na Área Metropolitana de Lisboa como também noutras localidades do país.
Com largas centenas de concertos realizados, abarcando um repertório que vai do Barroco à música do século XX, a OAM tem executado obras de compositores tão representativos como Bach, Haydn, Mozart, Beethoven, Brahms, Schubert, Mendelssohn, Mahler, Ravel, Debussy, Milhaud, Bartók, Hindemith, Stravinsky e Varèse, entre outros.
Para além do seu maestro titular, a OAM é habitualmente dirigida pelos alunos do Curso Superior de Direção de Orquestra. Muitos dos concertos contam com a presença de maestros convidados, tais como Jean-Sébastien Béreau, Pascal Rophé, Robert Delcroix e Brian Schembri. A OAM possibilita ainda aos alunos da Academia a apresentação regular a solo com orquestra. Teve, ainda, o privilégio de tocar com vários solistas de renome como António Rosado, Gerardo Ribeiro, Paulo Gaio Lima, Liliane Bizineche, Francine Romain, Miguel Borges Coelho, Artur Pizarro, François Leleux e, num concerto humorístico, o quarteto italiano Banda Osíris.
Entre as suas deslocações, a OAM participou no Porto 2001 Capital da Cultura, num encontro internacional de orquestras de jovens onde tocou o War Requiem de Britten. Fez várias digressões pelos Açores e esteve no VII Ciclo Internacional de Orquestras Universitárias, em Saragoça, e subiu ao palco do Theâtre de la Monnaie, em Bruxelas. Na presente temporada tem agendados cinco programas diferentes, participando ainda nos concertos da Orquestra Sinfónica Metropolitana, nomeadamente nos Dias da Música em Belém.
A Academia Nacional Superior de Orquestra é uma instituição única no país, pela forma como interliga a formação com a prática musical. Especificamente destinada a preparar músicos profissionais nas áreas de Instrumento e Direção de Orquestra, o ensino aqui ministrado baseia-se num acompanhamento individual especializado, na prática de música de câmara e numa componente teórica complementar, sendo a Orquestra Académica Metropolitana o eixo central da formação destes jovens músicos. Os resultados pedagógicos são bem evidentes pelo número de alunos premiados em concursos de renome, pelas admissões dos estudantes aqui formados nas melhores escolas internacionais e pela alta taxa de empregabilidade destes jovens quando chegam ao mercado de trabalho.
 
 

ORQUESTRA JUVENIL METROPOLITANA

A Orquestra Juvenil Metropolitana reúne alunos das classes de Cordas, Sopros e percussão do Curso de Instrumento com idades superiores a onze anos de idade. É uma das várias formações do Conservatório de Música da Metropolitana e responde à vocação específica desta instituição para a prática musical de conjunto.
Desenvolve a sua atividade no mesmo espaço físico da Orquestra Clássica Metropolitana e da Orquestra Académica Metropolitana – as formações orquestrais das escolas de ensino profissional e de nível superior da Metropolitana –, e ainda da Orquestra Metropolitana de Lisboa, sendo esta constituída por músicos profissionais. Esta convivência quotidiana proporciona uma partilha de experiências que contribui decisivamente para a formação técnica e artística dos músicos mais jovens, mas também do seu desenvolvimento enquanto indivíduos, integrados num contexto culturalmente estimulante, em que se valoriza o trabalho metódico e disciplinado.
No ano letivo 2013/2014 desenvolveu uma parceria de intercâmbio académico com o Coro Con Dios (Lund) e com o Conservatório Kulturskolan (Lund), na Suécia. O objetivo passou pela troca de experiências e aprendizagens, levando a Orquestra Juvenil Metropolitana a tocar naquela cidade nórdica e trazendo o coro de jovens suecos até Lisboa, para uma apresentação conjunta.
Já se apresentou nalgumas das mais importantes salas de concertos de Lisboa, designadamente o Auditório da Culturgest, a Aula Magna, o Teatro Thalia e o Centro Cultural de Belém. Em abril de 2016 juntou-se às Percussões da Metropolitana no Grande Auditório desta última instituição com o concerto «Caixa de Música» dedicado à banda sonora do filme O Feiticeiro de Oz.

 
 
 
 
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